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14 de out. de 2012

Faça as pazes com a balança

Imagem: Blog do Cabra
Descobri um blog superinteressante, chamado Faça as pazes com a balança. Trata-se do blog de uma jornalista ex-gordinha que se especializou na área sócio-psicologia e transtornos alimentares e obesidade, entre outros. Suas postagens têm me feito refletir, e hoje compartilharei minhas respostas a uma de suas postagens.

São perguntas importantes que devemos fazer a nós mesmo, sobre nossa vida e o processo de engordar/emagrecer.

P: O que gostaria de fazer para se sentir realizada totalmente como pessoa?
R: Nossa, tantas coisas! É claro que emagrecer de vez está entre elas. Mas acrescentaria outras coisas também, como ter filhos, viajar pelo mundo, ter mais comunhão com Deus, conseguir eliminar boa parte dos meus defeitinhos e me tornar uma pessoa melhor.

P: O que é mais importante em sua vida, hoje?
R: No momento, emagrecer para engravidar!

P: O que em sua vida está incompleto?
R: Bom, ultimamente tenho sentido falta de uma pessoinha para completar minha família... E também precisava fazer um mestrado, e também gostaria de passar uma temporada fora, estudando línguas...

P: Qual é a sua responsabilidade no processo de engordar?
R: Total. Penso como gorda, e às vezes não luto contra isso. Muitas vezes penso apenas no prazer de comer, e esqueço de todo o resto. Infelizmente esta é a verdade.

P: O que você faz hoje para que esta situação persista?
R: Evito pensar antes de comer, e aí é que está o erro fatal, pois esta atitude é como uma avalanche: não reflito antes de comer, daí acabo comendo demais, e por conta disso acho que posso continuar comendo tudo (pois "já era") e aí engordo... Sei que estou errada, mas ainda não consegui mudar isso...

P: O que tem feito de diferente para que o emagrecimento definitivo ocorra?
R: Tenho me consultado com uma psicóloga especialista na área de emagrecimento (ela própria uma ex-gordinha) e tentado pôr em prática seus ensinamentos. Às vezes consigo pensar antes de colocar o primeiro pedaço na boca, e aí as coisas fluem como deveriam. Tento ingerir mais alimentos integrais e frutas (mas nem sempre consigo...)

Bom, essas questões são importantes pra gente saber onde está, onde queremos chegar, e o que precisamos fazer/mudar para chegar lá. Vejo que já melhorei um pouco, mas ainda há muito mais para mudar/melhorar. Principalmente dentro da cuca.

Inté!

20 de ago. de 2012

Levantamento: breve relato da minha odisseia alimentar

Imagem: Coisas da Ká

Iniciando meu levantamento então... A Roberta Alves (veja post anterior para entender melhor) propõe o seguinte:

"Imagine que alguém lhe peça para que faça um relatório sobre o momento pelo qual você passa agora, um levantamento desde o início de sua existência até o presente. Não precisa ser algo muito longo, mas que possibilite a você visualizar o que há de bom e pode ser melhor aproveitado, o que pode se manter da forma que está, o que necessita mudar e aquilo que dever ser descartado de sua vida. Faça isso da forma mais sincera possível com você mesmo."

Bom, vamos lá (isso daria um novo post!):

Vou tentar me ater à questão da alimentação na minha vida. 

Quando criança - e até hoje - tinha dificuldades para ingerir alimentos dos quais não gostava, principalmente verduras e legumes. Também tinha resistência para provar alimentos novos, mas às vezes cedia. Mas a briga com as verduras e legumes era ferrenha. Minha mãe dizia que eu só poderia comer sobremesa caso "limpasse" o prato. Muitas vezes, eu enchia bem a boca com as verduras e ia ao banheiro, sob o pretexto de evacuar; mas, na realidade, jogava fora no vaso a comida que estava na boca e dava descarga.

O que eu mais gostava de comer nessa época era massas, queijos, salgadinhos tipo chips, doces de compota, sorvete... nada muito diferente do que ainda gosto muito de comer.

Papai não deixava ficar comendo porcarias, ainda mais fora de hora. Às vezes comprava uma caixa de chocolates, às vezes picolé... mas não era muito comum, e era aquele esquema: só pode comer depois de almoçar tudo. 

Quando íamos às compras com eles, como qualquer criança, minha irmã e eu queríamos levar chicletes e salgadinhos para casa. Chicletes eram terminantemente proibidos, pois estragam os dentes e, além disso, quem os masca costuma jogá-los nos lugares mais impróprios - atitude a qual meu pai odiava. Era uma novela para pedir ao papai para comprar um pacote de Skinny:

- Pede pro papai.
- Ah não, pede você.
- Pede lá você, por favor!

Tínhamos medo de pedir pro meu pai comprar besteiras e ele brigar.

Bom, me tornei adolescente, ainda sem ânimo algum pra comer verduras e legumes. Mas frutas eu adorava - e ainda gosto muito (tô percebendo que minha alimentação pouco mudou, na realidade).

Até então, sempre havia sido magrinha, né. Entretanto, achava que era um pouco gordinha, tinha vergonha de usar roupas mais justas. Até que os garotos da igreja começaram a elogiar minha forma física, e aí percebi que estava tudo certo.

As paixonites desta época me ensinaram a descontar minhas frustrações e desilusões na comida. Quando estava na "fossa", como se costumava dizer na época, chegava a devorar uma barra inteira de chocolate de uma vez. Também comprava caixa de bombom e escondia, pra poder comer tudo sozinha.

Passei na faculdade e fui estudar à noite. Pouco tempo depois, comecei a trabalhar. Muita mudança na minha rotina e na minha cabeça (amadurecendo...).

Comecei a comer errado: salgado todo santo dia na faculdade. De vez em quando, um bombom caseiro, de uma garota que vendia para pagar seus estudos. E cada vez mais presa no vício de desafogar as mágoas e ansiedade nos doces. Aliás, sempre fui ansiosa, e quando a bendita me apertava, eu partia pros doces, sem dó. Queria era alívio imediato.

Em alguns anos, acabei engordando. Me dei conta certo dia, que sentei no carro e percebi, através da blusa, as banhas se dobrando na minha barriga. Fiquei horrorizada e pensei: "preciso mudar, preciso parar esse processo!". 

Procurei uma academia e comecei a malhar. Não gostei, não me identifiquei. Saí. Mas a situação não estava assim, tão ruim - pensei. E continuei na mesma toada. Tentei outra academia, fiquei um tempo, mas como não via resultados, desisti também. O interessante é que, nessa época, havia engordado, mas ainda estava dentro do peso que é considerado saudável para mim.

Procurei nutricionistas, endocrinologista, nutrólogo e cheguei a tomar remédios para emagrecer. Emagreci, mas a um preço alto. E, lógico, voltei a engordar novamente.

Na faculdade, me interessei por um rapaz (que hoje é meu marido). Para conquistá-lo, resolvi emagrecer pra valer. Comecei a levantar supercedo pra fazer caminhada, e assim emagreci, sem fazer grandes mudanças na alimentação, apenas caminhando. Fiz as pazes com meu corpo novamente.

Agora chega a época obscura. Não sei como, mas a partir daí comecei a engordar e não parei mais! Quando dei por mim, já estava com toda essa "robustez" de hoje. Será que interpretei o conforto de ter alguém ao meu lado, que me amava do jeito que eu era, como carta branca para a comilança desregrada? Pode ser...

Fui a uma nutricionista (muito boa por sinal), que me ensinou o que deveria comer, as modificações que deveria fazer na minha alimentação. Comecei a me esforçar pra comer verduras e legumes, baseada na ideia de que se os comesse dez vezes, passaria a gostar. Deu certo: passei a ingerir cenoura e beterraba sem ter arrepios. Também me dispus a tentar sabores novos, como a linhaça. Por fim, procurei uma psicóloga pra ajudar no processo. Estava tudo caminhando maravilhosamente bem, até que a nutri se mudou. E aí perdi o eixo. E a psico, nunca tinha rolado muita empatia mesmo, acabei abandonando o tratamento.

Só sei que, apesar de perceber o que estava fazendo comigo, não conseguia parar. Cheguei a pensar em virar bulímica, cheguei a pensar em comer pra valer pra poder ficar com obesidade mórbida e poder fazer cirurgia bariátrica. Entrei num início de depressão, desisti de qualquer mudança, resolvi que ia ser gorda pra sempre e comer até explodir, até as pessoas pararem de pegar no meu pé por acreditarem que eu não tinha mais salvação. Nessa época não tinha ânimo pra nada, só para comer. Desenvolvi compulsão alimentar e comia escondido, até me estufar e sentir mal, todos os dias.

Orei muito pra Deus me ajudar e me tirar desse estado depressivo, e consegui sair dele. Sempre tive pra mim que a origem dos meus problemas alimentares era psicológica, mas até hoje não sei bem o real problema dentro dessa minha "caixola". Cada vez mais gorda, procurei outros psicólogos, mas era eles começarem a cutucar as feridas e eu abandonava a terapia.

Na virada deste ano, havia chegado ao meu ápice: 88 kg! Nunca estive tão gorda em toda minha vida. O choque de realidade da balança aliado à minha imagem roliça no espelho me fez tomar uma atitude: 2012 seria o ano da mudança!

Procurei mais uma vez uma psicóloga. Porém, desta vez, tive o cuidado de escolher alguém inteirado no assunto. Encontrei a Rejane Sbrissa na internet, e adorei o fato de ela ser especializada em emagrecimento e ter sido, ela própria, uma ex-gorda. Estou em tratamento ainda, e compreendo cada vez mais que é preciso mudar a cabeça pra mudar o corpo.

Também comprei vários livros sobre emagrecimento, com foco no aspecto psicológico da coisa, e as leituras me deram um "gás" a mais.

Emagreci uns seis quilos, engordei mais três, de forma que no total, desde o início do ano, perdi apenas três. É, nem tudo são flores...

Mas decidi que desta vez o processo será lento como tem que ser. Às vezes bate aquela ansiedade, e a coisa degringola. Porém, procuro manter em mente: "devagar e sempre...". Ou melhor: pra sempre!

Faça as pazes com a balança

Imagem: Renata Nova Fase
Ando bastante preocupada com meu peso. Ao mesmo tempo que já sei de cor e salteado o que é preciso fazer para mudar a situação, de alguma forma é como se não soubesse. Sempre acabo me boicotando no final.

Daí que estava surfando na net, lendo compulsivamente vários sites/blogs sobre emagrecimento. Um, porém, se sobressaiu: o Faça as pazes com a balança, da ex-gorda e jornalista especializada em emagrecimento (resumindo seu currículo, rs) Roberta Alves. 

Gostei muito do que ela escreve, da sua forma de abordar assuntos profundos com uma leveza sem igual. Então, após ler vários artigos de seu blog, resolvi ler cada artigo ali disponível e realizar as "tarefas" (sugestões) que ela propõe.

Inicialmente havia pensado em registrar minhas impressões no diário alimentar que carrego comigo. Mas pensando melhor, será muito mais prático registrá-las aqui.

Com vocês, tem início então...

EMAGRECIMENTO DA VIVI - UMA SAGA PSICOLÓGICA

Yes!

22 de mai. de 2012

O check-up que virou tratamento para obesidade

Imagem: farmaciaesaude.blogspot.com.br 
Hoje fui com o "amor" fazer um check-up de rotina. Abri o caderninho do convênio e marquei consulta com um clínico qualquer. Ao chegar no consultório do dito cujo, vi que lá também faziam diversos tratamentos estéticos, como peeling, preenchimento, mesoterapia, etc., e logo me animei.

Na ficha que preenchemos na recepção, a pergunta cruel já foi feita logo de cara: por favor, informe seu peso e altura. Ok, verdade seja dita, estou gorda, nem preciso informar meus dados para que isso seja constatado, basta olhar pra mim.

Adentramos o consultório. Consultório pequeno, mas legal. Carteirinha de conselheiro do Conselho de Medicina debaixo da mesa de vidro. Seria proposital? Não, que isso, imagina! (risos).

O  médico olhou o "amor" de cima abaixo, fez umas perguntinhas básicas e passou a lista de exames. Olhou pra mim, fez a observação esperada ("você está acima do peso..."), eu relatei minha via crúcis de enfermidades pré-existentes e medicamentos de que faço uso, e por fim ele "deu a louca". Digo isso porque ele foi logo dizendo pra eu parar de tomar os remédios que tomo para enxaqueca e começar a tomar um outro que ele ia receitar, bem mais barato, com efeitos colaterais mais brandos e resultados semelhantes. Fiquei com o pé atrás, afinal faço acompanhamento com neurologista há uns 5 anos.

Depois ele me encarou por uns três segundos e perguntou: "você quer remédio pra emagrecer?". Automaticamente respondi que sim, sem nem pensar, não sei nem porque. Acho que fiz como qualquer gordo faria. Agi por instinto, risos. Daí ele começou a rabiscar o papel. Rabiscava, parava, pensava, rabiscava mais um pouco. E enfim, eis o que me prescreveu:

  • Inderal 40 mg - para a enxaqueca
  • Exodus 10 mg - para ajudar a controlar a ansiedade
  • Biomag - sim, a tal da sibutramina, para controlar o apetite
  • Manipular: gymena silvestre, glucomannan, espirulina e tiratricol (este último, conforme já pesquisei, é tipo um "imitador" do hormônio da tireoide - meeedo)
Ao mesmo tempo que me deu vontade de tomar esses trecos, fiquei um tanto quanto ressabiada. Afinal, não se para assim um tratamento que se vem fazendo há anos, né? Acho mais prudente conversar com meu neurologista e ver o que ele pensa a respeito. E tentar filtrar a resposta dele, pois logicamente ele não vai gostar dessa interferência, hahaha.

O segundo ponto é a questão de tomar remédios para ajudar no processo de emagrecimento, propriamente dita. Claro, tomar remédios sem praticar atividade física e sem um programa de reeducação alimentar de nada adianta, isso já estou careca de saber: a gente engorda tudo de novo depois que para com a medicação. Isso já aconteceu comigo, inclusive. Não é com isso que estou preocupada, mas sim com os efeitos colaterais dos remédios. Será que vale a pena? Bate um medinho, sabe?

Por outro lado, seria bem legal um empurrãozinho. Ainda mais quando se tem pressa e a ideia de se passar um ano ou mais para emagrecer tudo o que precisa lhe atormenta - especialmente quando se planeja ter um filho o mais rápido possível, afinal, mulher tem prazo de validade, né. Captaram o drama?

Bom, tô aqui sem saber exatamente o que fazer. Digerindo tudo. 
Vou viver um dia de cada vez e tentar controlar assim minha ansiedade.
Esperar com calma (ou com a calma que me for possível, kkk) a consulta com o neuro e ver o que ele acha dessas ideias desse doutor. E perguntar pra minha psico online o que ela acha dos remédios pra emagrecer.

E vocês, o que acham?

Inté!

27 de abr. de 2012

Atitudes que fazem a diferença

Estou lendo um livro muito bacana, chamado Comer para Emagrecer, da Bia Rique (em breve farei uma resenha). Ele vai bem ao encontro do que minha psicóloga online tem trabalhado comigo. Aliás, desde o início do ano, adotei algumas estratégias que têm me ajudado no processo de emagrecimento:
  • Anotações do que como diariamente na minha Agenda Boa Forma;
  • Pesagem diária (por incrível que pareça, não me sinto ansiosa com isso - me ajuda a me controlar mais quando tenho "recaídas);
  • Consultas online com uma psicóloga especialista em emagrecimento;
  • Prática de uma atividade física prazerosa - é, fui me encontrar no judô!
Com isso, já eliminei 6kg desde o início do ano. Ok, não é muito, mas gente, faz diferença, viu! Sinto nas roupas, e as pessoas têm reparado. E lógico, a autoestima agradece. 

Em outros tempos esse ritmo de tartaruga já teria me tirado do foco. Mas desta vez já entrei nessa conformada que o processo poderia até ser lento, mas que seria pra sempre. E por enquanto tem dado certo! É claro que, como todo mundo que passa por esse desafio, tenho meus altos e baixos. Mas a diferença é que desta vez estou conseguindo me manter na estrada, ainda que de vez em quando faça umas paradas no acostamento...

Ótimo findi pra todos!
Inté!

5 de mar. de 2012

Da obesidade ao sobrepeso

Ufa! Passei de obesa a categoria sobrepeso.
Sei que não é o ideal - ainda - mas considero menos pior (se posso dizer assim).
Abaixo um gráfico das minhas pesagens, que venho atualizando desde o início do ano (clique para aumentar):

Boa semana a todos!
Inté!

25 de fev. de 2012

Feliz!

Estou feliz!
Esta semana eliminei mais 1kg!
Ao todo, desde o início do ano, foram -3,5kg! Yes!
Eu não disse que dessa vez ia?
Porque agora estou atacando no lugar certo: a cabeça... Mudando a cabeça pra conseguir mudar o resto...
Um ótimo fim de semana light para todas nós!
Inté!

9 de fev. de 2012

A maior motivação para emagrecer

Gente, essa crônica é ótima, tudo de bom!

Um trechinho para dar um gostinho:
No último ano, emagreci 10 quilos. É um pouco chato revelar isso porque sei, seria hipocrisia se eu afirmasse não saber, que após a palavrinha “quilos” metade das leitoras soltaram um ó mental de admiração e a outra metade um humpf mental de inveja; ou, o que é mais provável dada a complexidade e ambiguidade das pessoas, todas soltaram um ó-humpf simultâneo, ao mesmo tempo felizes por mim e se perguntando o que foi que essa vaca fez para conseguir emagrecer tanto.
E aqui, o link, pra ler tudinho e se deliciar: clique aqui.

Inté!

26 de jan. de 2012

Pensar que nem magro

Estou animada com o processo de emagrecimento. Desde o início do ano estou fazendo acompanhamento psicológico com a psicóloga Rejane Sbrissa, do site www.pensemagro.com.br. Ela própria é uma ex-gordinha que vem mantendo-se magra por muitos anos. A terapia, mesmo que a distância, tem me ajudado bastante, pois ajuda a manter o foco, além de me fazer refletir sobre minha relação com a comida. 

Descobri que tenho uma relação totalmente errada com o ato de alimentar-se em si, e que para emagrecer é preciso mudar a cabeça primeiro; é preciso deletar os pensamentos de gorda, aprender a pensar como magra.

Já repararam o que os magros fazem? A maioria não é magro sem esforço, não. Eles fazem por onde. Só que já estão tão habituados a pensar da maneira correta que nem percebem que o que fazem na verdade só contribui para manterem-se assim.

Vou dar um exemplo. Uma gordinha típica, ao almoçar, o que ela faz? Come tudo, tudinho, até o final, certo? Se estiver no self-service, vai se servir de tudo um pouco, né? Come até se sentir cheia. O magro, o que faz? Se serve com aquilo que ele sabe que é realmente necessário para se alimentar, para se satisfazer. E come somente até ficar satisfeito. Ficou cheio? Para tudo. "Ah, mas ainda tem comida no prato!". É, mas se o magro está satisfeito, ele para, porque não suporta ficar empanturrado.




Quer outro exemplo? Depois do almoço, gordinho que se preze sempre guarda espaço pra uma sobremesa, né não? Mas os magros, esses só vão comer sobremesa se realmente houver espaço pra isso, e se realmente estiverem com vontade. E como geralmente comem o suficiente no almoço... Quase nunca vão querer uma sobremesa. Tá vendo?

Mais uma: gordinhos comem mesmo sem fome, só pelo prazer de comer, só pra sentir o sabor da comida, só pelo hábito... porque comem no automático! Vai me dizer que você nunca fez isso? Agora, vai perguntar pra um magro por que ele não quis comer aquele sanduíche no lanche da tarde. Porque ele simplesmente não estava com fome! Magros não comem por impulso - eles sabem diferenciar fome de vontade de comer, e por isso só comem quando estão com fome... 

Então, estou me dando conta de que nada acontece por acaso. A gente engorda sem ver mesmo, porque faz tudo no automático. E os magros são magros porque não colocam a comida como prioridade. Pra eles isso é tão simples... Mas já que nós, gordinhos, não temos essa facilidade (ainda), vamos treinar o cérebro pra pensar de forma diferente: pensar como magro. Daí o resto é consequencia!

14 de jan. de 2012

Ano novo, pequenas conquistas

Atenção! Clique na imagem para aumentar e ler o post!


10 de jan. de 2012

Emagreci!

A ausência foi longa e estou em falta com as visitas, eu sei... Mas eu precisava de um tempinho para me cuidar. A ansiedade estava me matando! Mas agora acho que as coisas já estão mais controladas... E enfim, tantas coisas aconteceram! Direto me lembrava do blog e de que precisava compartilhar com vocês. Vou atualizando aos poucos, ok?

Primeiro, o mais importante:


Mandei 2kg pro espaço desde o início do ano! Estou superfeliz com a eliminação, e mais feliz ainda com meu autocontrole. Sim, porque o que sempre me atrapalhou foi esse bandido.

O ano virou, decidi mais uma vez tentar comer direitinho, e me propus a seguir a dieta da nutri - mas sem muita pressão, isto é, levar conforme fosse possível. E achei uma psico ótima, especialista na área de emagrecimento, e que atende online! O nome dela é Rejane Sbrissa, do site Pense Magro. Já estou na segunda sessão, e vou te dizer, tem me ajudado pra caramba!

Depois explico com mais calma como funciona a coisa toda, o que tenho feito, e também outras novidade. Por ora é só, porque preciso ir dormir - dormir bem também faz parte da listinha!

Inté!

7 de jun. de 2011

Circuito maravilhoso

Gente, estou amando minha academia!

Incrivelmente, estou comparecendo três vezes por semana, há um mês, religiosamente. Com dor ou sem dor, faça chuva ou faça sol (pra quem não sabe, ando tendo umas dores articulares que estão sob investigação médica, além das enxaquecas de sempre).

É claro que ir três vezes por semana faz parte da meta estipulada para mim pela professora. A outra meta seria reduzir em 2% meu percentual de gordura. Mas, à parte as metas, eu tô curtindo mesmo a malhação, sabem por quê?

  • o circuito dura apenas 30 min, então a coisa acaba logo;
  • o circuito está sempre mudando, com coisas novas/diferentes a cada semana, ou seja, nunca fica monótono;
  • a serotonina depois do exercício bate lá no alto, e serotonina pelo visto é uma coisa que meu organismo não fabrica direito;
  • a academia investe em equipamentos (como a plataforma vibratória, por exemplo, que entrou recentemente no circuito);
  • a academia está sempre fazendo atividade extras e temáticas com as alunas: sessão de fotos, palestra "sexy" + dança sensual com uma convidada especial (para o dia dos namorados), etc.
No mais, já eliminei 1,5 kg. Só não tô indo melhor porque falho na comilança de vez em quando. Mea culpa, reconheço. Mas isso vai acabar melhorar.

Vou nessa.
Inté!

15 de mai. de 2011

Menos um!

Eu poderia ter aproveitado o post anterior para dar a notícia, mas acho que notícias como esta merecem post a parte: eliminei o primeiro de muitos quilos!

Sim, minha gente! Após 1 semana maneirando na alimentação + 1 semana de atividade física e alimentação regrada, eliminei pelo menos 1kg dos meus 86,3kg. Digo pelo menos, porque antes de começar a "saga" eu havia me pesado com roupas e tals, e quando me pesei por último foi sem o peso das roupas...

Espero que isso sirva para aumentar meu ânimo, que andava bem pra baixo nos últimos tempos...

Inté!
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